Lisboa, 28 jun (Lusa) – A UTAO considera que o “desvio desfavorável” do défice no primeiro trimestre “não coloca necessariamente em causa” a meta do Governo para 2016, mas alerta para “desafios à execução orçamental”, incluindo a recapitalização da CGD e o ‘Brexit’.
O défice orçamental foi de 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB) entre janeiro e março deste ano, segundo apurou o Instituto Nacional de Estatística (INE) na semana passada, um valor que está acima da meta de 2,2% do PIB com que o executivo de António Costa se comprometeu para este ano.
Na nota rápida sobre as contas nacionais das administrações públicas até março, distribuída hoje pelos deputados, a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) sublinha que “o desvio desfavorável do primeiro trimestre não deve ser entendido como forçosamente indicativo do desempenho esperado para o conjunto do ano”.
