
Castelo Branco, 12 nov (Lusa) – A ministra das Finanças afirmou hoje que o processo de venda da TAP era “absolutamente imperioso e inadiável”, porque a empresa estava numa situação de tesouraria “absolutamente desesperada”.
“Tratou-se de uma situação absolutamente inadiável. Faz parte das responsabilidades de quem governa, em qualquer circunstância não deixar que aconteçam danos gravosos ao país”, disse Maria Luís Albuquerque à margem de um encontro com militantes e simpatizantes do PSD em Castelo Branco.
A responsável pela tutela das Finanças mostrou-se convicta de que a decisão de avançar com a assinatura do acordo de venda da companhia aérea portuguesa se enquadra nos poderes de um Governo de gestão, recordando que, pelo facto de estar em gestão, não deixa de ser um Governo legítimo que o país tem.
