
Porto, 12 nov (Lusa) — O registo de cancro do pâncreas em Portugal está a aumentar, com 1.400 novos casos por ano, e a taxa de sobrevivência global aos cinco anos deste tumor maligno é de apenas 5%, alerta a Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia.
“A sobrevivência global aos cinco anos [do cancro do pâncreas] é de apenas 5%” e “existem em Portugal 1.400 novos casos por ano”, alertou hoje o presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia, José Cotter, recordando que o cancro do pâncreas é o “terceiro mais frequente do sistema digestivo, a seguir ao cancro do cólon e ao cancro do estômago”.
Em entrevista telefónica à Lusa, a propósito do Dia Mundial do Cancro do Pâncreas, que se assinala esta sexta-feira, dia 13, José Cotter avisa que a predisposição familiar para o cancro do pâncreas é um fator de risco, assim como o “tabagismo crónico” (aumenta duas a três vezes a probabilidade de haver cancro do pâncreas), a “ingestão de gorduras”, “obesidade” e o “sedentarismo”.
