
Lisboa, 10 nov (Lusa) — A Força Aérea Portuguesa (FAP) espera disponibilizar a partir do próximo ano aviões não tripulados para uso militar e civil, e dispor, dentro de dois anos, da primeira esquadra destes equipamentos para vigilância da costa marÃtima.
O projeto de investigação e desenvolvimento dos sistemas aéreos autónomos não tripulados teve inÃcio em 2009, na Academia da Força Aérea, em Sintra e, seis anos depois, a FAP diz estar “em condições” de iniciar a transferência desta tecnologia com vista à criação de dois tipos de veÃculo aéreo não tripulado (UAV na sigla em inglês).
O diretor do Centro de Investigação, Desenvolvimento e Inovação da Força Aérea (CIDIFA) disse à agência Lusa que um dos UAV (Classe II – peso máximo de 500 quilogramas à descolagem) será construÃdo a “nÃvel nacional” por consórcios e para uso exclusivo da FAP na vigilância marÃtima, enquanto o outro (Classe I — peso máximo de 25/30 quilogramas à descolagem) estará disponÃvel para utilização por forças de segurança, outros ramos das Forças Armadas e entidades civis.



