
de auxílio à imigração ilegal e falsificação de documentos, na sequência de duas buscas domiciliárias e a um escritório de contabilidade, em Almada.
Os dois suspeitos terão emitido contratos de trabalho celebrados com empresas que não desenvolvem qualquer atividade económica, com o único fim de, a troco de avultadas quantias monetárias, facultarem a legalização de estrangeiros.
Por cada contrato emitido, os dois homens cobravam um valor que poderia variar entre os 100 e os 600 euros, acrescido de verbas alegadamente destinadas a pagar as prestações dos supostos trabalhadores à Segurança Social.
Nas buscas realizadas no cumprimento de mandados judiciais, foram aprendidos quatro computadores, carimbos e documentação diversa, nomeadamente contratos de trabalho, extratos bancários, minutas de requerimentos e agendas que de acordo com o SEF, constituem prova dos crimes praticados.
