Lisboa, 25 jul (Lusa) – O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Pina Monteiro, afirmou hoje que o seu papel no “caso de Tancos” foi “muito reduzido” e recusou qualquer desvalorização, mantendo que sempre o considerou “grave”.
O general adiantou que só teve conhecimento do furto pelo ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, no dia 29 de junho, quando o acompanhava numa reunião ministerial na NATO, em Bruxelas.
O general, que respondia aos deputados na comissão parlamentar de Defesa Nacional, referiu ainda que participou também numa reunião da Unidade Nacional contra o Terrorismo, da PolÃcia Judiciária, a convite da Secretária-geral de Segurança Interna, no dia 30 de junho, e que nessa reunião decidiu dar conhecimento do furto à NATO, através do circuito classificado.



