

As autoridades suÃças pediram oficialmente a extradição da médica portuguesa Telma Garcia, que se 
encontra detida desde dia 21 de julho no Brasil, para onde fugiu após ter, alegadamente, tentado matar
 o marido na SuÃça.
A arguida pode recusar a sua extradição, mas o pedido formal já foi enviado ao Brasil,.
 De acordo com a investigação, a portuguesa e o seu marido belga, que viviam na SuÃça, decidiram 
divorciar-se na altura da Páscoa deste ano. e a 23 de abril, a arguida terá chegado a casa com o seu 
alegado amante brasileiro, Max Gleisson da Silva, tendo ambos ameaçaram o marido com uma arma, 
obrigando-o a beber um lÃquido rosado, cuja composição não se pode revelar por causa da investigação 
em curso.
Max Gleisson da Silva terá golpeado o marido de Telma Garcia e esta terá também esfaqueado o pulso 
esquerdo da vÃtima, que apesar de atordoado conseguiu escapar e refugiar-se na casa do vizinho.
Depois os dois arguidos fugiram com o carro do marido e com um carro alugado de matrÃcula 
portuguesa, tendo no mesmo dia sido emitidos dois mandados de detenção internacionais contra os 
dois arguidos. A 5 de maio passado, a procuradora suÃça, informada sobre a possÃvel presença dos arguidos no Brasil, 
solicitou à s autoridades brasileiras a detenção a arguida portuguesa.
A procuradora recebeu no dia 25 de julho a confirmação da Interpol Brasil de que a médica portuguesa 
de 27 anos tinha sido detida quatro dias antes, no bairro de Belford Roxo, na periferia do Rio de Janeiro
tendo por conseguinte, a sua extradição sido requerida.
 A justiça do cantão de Friburgo, na SuÃça, abriu um procedimento penal contra a médica de 27 anos 
Max Gleisson da Silva por tentativa de assassinato, eventual sequestro e roubo.



