
Pedro Cunha Ferreira, antigo dirigente do futebol do Sporting no tempo da presidência de Godinho Lopes, disse à Comissão Arbitral Paritária que estava alinhavado um contrato entre Bruma e o clube de Alvalade de 2013 a 2017, na segunda-feira, quando começaram a ser ouvidas testemunhas no âmbito do processo, apurou o Correio da Manhã.
A declaração de Pedro Cunha Ferreira acaba por ser um reconhecimento de que o contrato de Bruma terminava em 2013. Situação que vem dar força à tese dos representantes do jogador, que alegam que o termo do contrato em 2014 (que o Sporting entende ser o do final da ligação contratual) não é válido. Bruma avançou depois com a nulidade do contrato com o Sporting e por esta altura não está integrado nos trabalhos do plantel leonino.
O contrato entre Bruma e o Sporting estava acordado pela direção demissionária e passaria ao papel com a nova direção, liderada por Bruno de Carvalho. O que não aconteceu, uma vez que o presidente leonino achou as verbas exageradas.
Segundo apurou o CM, Pedro Cunha Ferreira disse ainda na CAP que Bruma iria receber
400 mil euros na última época do contrato que ficou por assinar (2016/2017) e que esse seria o mesmo valor que o clube teria de pagar ao Barcelona, se quisesse resgatar Agostinho Cá e Edgar Ié no final do primeiro ano de ligação dos dois jogadores guineenses ao clube catalão.