
Lisboa, 02 jan (Lusa) — O ex-primeiro-ministro José Sócrates considerou hoje que a prisão preventiva a que está sujeito desde 25 de novembro, em Évora, foi “utilizada para aterrorizar, para despersonalizar e para calar”.
O ex-primeiro-ministro, que aceitou responder por escritos a seis perguntas da TVI, alegando “legÃtima defesa pela violação do segredo de justiça”, afirmou que, a medida restritiva da liberdade, foi tomada para o calar.
“Sei que quiseram inibir-me de falar”, acentuou, acrescentando que a prisão preventiva é “uma infâmia”.



