
Lisboa, 27 dez (Lusa) — O coordenador do Programa Nacional das Doenças Oncológicas garantiu hoje que os bancos e as seguradoras não terão acesso ao Registo Nacional Oncológico (RON) e que se tal acontecer “é crime”.
Nuno Miranda falava à agência Lusa a propósito da notícia publicada na edição de hoje do jornal Público, segundo o qual o “Governo avança com Registo Oncológico contra parecer da Proteção de Dados”.
De acordo com o jornal, a proposta de lei que cria o RON vai avançar, “sem acolher a sugestão da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) que, para mitigar o risco de identificação dos titulares dos dados, sugere o recurso à aplicação de um hash criptográfico”.
