

Os gestores Carlos Santos Ferreira (antigo CEO do banco), Vítor Fernandes e António Ramalho (atual presidente da Estradas de Portugal), que saíram do BCP em fevereiro de 2012, receberam uma indemnização de 3,4 milhões de euros, equivalente ao que receberiam se ficassem até ao final do seu mandato. Dado que estes três gestores ainda exerceram funções nos primeiros dois meses de 2012, receberam ainda remuneração referente ao ano passado. Santos Ferreira auferiu 139 mil euros, enquanto os outros dois gestores ganharam 148 mil euros cada um.
Nuno Amado, atual presidente do BCP, recebeu uma remuneração mensal de 38476 euros, enquanto a sua comissão executiva obteve uma remuneração média mensal de cerca de 34 mil euros.
