
Lisboa, 29 out (Lusa) – O risco político de Angola vai manter-se Severo e nada faz crer que o indicador vá melhorar a curto prazo, disse à Lusa o diretor nacional do departamento da AON Financial Solutions, Pedro Pinheiro.
“Os problemas de há um ano continuam a ser exatamente os mesmos, como a dependência do petróleo, a falta de infraestruturas, a depreciação da moeda nacional, as lacunas na regulação, a corrupção e a falta de mão-de-obra qualificada, portanto a nossa avaliação do risco político é Severo e nenhum indicador permite dizer que as coisas vão melhorar no curto prazo”, disse Pedro Pinheiro.
Para esta corretora de seguros especializada em risco político, Angola continua a ser um mercado “muito importante para Portugal por causa do investimento que continua a ser feito” pelas empresas, nomeadamente no setor da construção, apesar das dificuldades no expatriamento de capitais.
