
Lisboa, 19 dez (Lusa) – O Tribunal Central de Lisboa condenou hoje 13 dos 18 arguidos do processo “Remédio Santo”, acusados de burlar o Serviço Nacional de Saúde (SNS) em quatro milhões de euros, a penas efetivas até nove anos de prisão.
O tribunal deu como provado a existência de uma associação criminosa, composta pelos grupos do Norte e do Centro/Sul, que levou a cabo um esquema de uso fraudulento de receitas, em proveito de todos, o qual lesou o Estado em mais de três milhões de euros.
Entre os 18 envolvidos estão seis médicos, dois farmacêuticos, sete delegados de informação médica, uma esteticista (ex-delegada de ação médica), um empresário brasileiro e um comerciante de pão.



