
Lisboa, 26 jan (Lusa) — A agência de notação financeira Fitch avisa que a redução do défice em 2016 pode não significar uma melhoria do ‘rating’ atribuído a Portugal, alertando que a saída do Procedimento por Défice Excessivo ainda não está assegurada.
Numa entrevista à agência Lusa à margem de uma conferência da Fitch, que decorreu hoje em Lisboa, Federico Barriga, diretor do departamento de ratings soberanos, recusou que a saída do Procedimento por Défice Excessivo leve a uma revisão em alta da nota atribuída a Portugal.
“Primeiro, não está garantido que o procedimento seja encerrado este ano. Se olharmos para as linhas mestras do processo, sim, é necessário ter um défice abaixo dos 3%, mas também é importante que o défice se mantenha abaixo dos 3%”, afirmou o diretor.
