Reabertura de Ontário: Indústria do entretenimento queixa-se de injustiça

Foto: Billie Eilish/Facebook
Foto: Billie Eilish/Facebook

Parte da indústria do entretenimento de Ontário diz-se vítima de injustiça, no contexto do plano de reabertura provincial. Em causa estão as novas regras, que obrigam a que muitos espetáculos decorram, a partir de 31 de janeiro, com apenas 50% de capacidade. 

Vários defensores da indústria de música ao vivo de Ontário dizem que os próximos espetáculos, grandes e pequenos, estão em risco, já que enfrentam restrições provinciais que são mais duras em locais de espetáculos e teatros ao vivo do que noutros espaços de entretenimento.

Representantes dos setores da música ao vivo e das artes cénicas dizem estar a ser tratados injustamente. Em causa as novas regras que entram em vigor a 31 de janeiro e que mantêm muitos locais com apenas 50% de capacidade até pelo menos meados de março.

Enquanto isso, as regras para outros espaços de entretenimento, incluindo cinemas, casinos e restaurantes, foram antecipadas. Estes estabelecimentos estão autorizados a operar sem limites de capacidade a partir de dia 21 de fevereiro.

As queixas agravaram-se com a mais recente notícia de que Billie Eilish adiou concertos em Toronto e Montreal, citando “diretrizes locais e muita cautela”.

De acordo com a Canadian Live Music Association, os proprietários das casas de espetáculos estão confusos com as políticas provinciais. O setor não entende porque é que é considerado seguro comer sem máscara num restaurante lotado, mas pouco segura a frequência de um espetáculo ao vivo com máscara.