RASTREIOS AO CANCRO COM DIFICULDADES POR FALTA DE DINHEIRO E DE PESSOAL – RELATÓRIO

LusaLisboa, 20 mai (Lusa) — As administrações regionais de saúde (ARS) sentem dificuldades em manter ou implementar programas de rastreios oncológicos devido, essencialmente, à falta de pessoal e de dinheiro, segundo um relatório da Direção-geral da Saúde (DGS).

“Existem muitas dificuldades na manutenção, alargamento e implementação de novos rastreios por parte das ARS que se prendem com motivos organizacionais, logísticos e de falta de recursos humanos e financeiros”, conclui o relatório da Avaliação e Monitorização dos Rastreios Oncológicos Organizados de Base Populacional referente a 2014 e divulgado na quarta-feira no site da DGS.

Segundo o documento, a situação é “particularmente crítica no caso dos rastreios do cancro do colo do útero e do cancro do cólon e reto”.