
Lisboa, 30 jul (Lusa) – Um ano após o fim da ‘troika’ em Portugal, coligação PSD/CDS e PS apresentam programas com forte pendor social para as eleições de outubro, mas com soluções divergentes para a Segurança Social e reposição dos rendimentos cortados.
Se os principais compromissos eleitorais dos três maiores partidos procuram enquadrar-se nas regras do Tratado Orçamental da União Europeia, PCP e Bloco de Esquerda colocam a renegociação da dívida do Estado Português como ponto central dos respetivos programas.
Nas eleições legislativas de 2009, a grande questão em discussão foi fazer ou não grandes obras públicas; nas eleições de 2011, o ponto central foi o de saber como cumprir as metas do programa negociado com a ‘troika’ (Banco Central Europeu, Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional); em 2015, o debate, sobretudo entre coligação PSD/CDS e PS, é como recuperar o tecido social após anos de austeridade e o que fazer com o sistema de Segurança Social.
