PRODUTORES DE OSTRAS EXIGEM SABER DESTINO A DAR A CASCAS DEPOIS DA MORTANDADE NO ALGARVE

LusaPortimão, Faro, 28 nov (Lusa) – A Associação Portuguesa de Aquacultores exigiu hoje “uma resposta urgente” sobre o destino a dar às toneladas de cascas de ostras das explorações da Ria de Alvor e de Sagres, no Algarve, atingidas uma mortandade no mês de outubro.

“Precisamos urgentemente que nos digam de que forma é que os produtores podem quantificar e o que fazer às toneladas de cascas que ainda se encontram nos viveiros”, disse à agência Lusa o secretário-geral da Associação Portuguesa de Aquacultores, Fernando Gonçalves.

As explorações de ostras, nove na Ria de Alvor e uma ‘off-shore’ (exploração em mar aberto) em Sagres, foram afetadas no mês de outubro por um vírus e por uma bactéria, identificados nas análises do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) como ‘herpes vírus’ e ‘víbrio’, respetivamente, que devastou 95% da produção avaliada em cerca de três milhões de euros.