
Istambul, 08 out (Lusa) — O procurador de Istambul pediu hoje entre sete anos e meio a 15 anos de prisão para 11 militantes dos direitos humanos, na maioria detidos em julho e acusados de ligações com uma “organização terrorista”, referiu a agência noticiosa Dogan.
Entre os acusados inclui-se Idil Eser, diretora da Amnistia Internacional (AI) na Turquia e Taner Kiliç, presidente desta organização na Turquia, e ainda um cidadão alemão e outro sueco.
Nove dos militantes, oito deles atualmente detidos, estão indiciados por “assistência a uma organização terrorista armada”, enquanto Kiliç é perseguido por “pertença a uma organização terrorista”, precisa a Dogan.



