Horta, Açores, 23 ago (Lusa) — O líder do PSD disse hoje que o que se tem passado na Caixa Geral de Depósitos “ultrapassa tudo aquilo que é compreensível”, considerando que o processo é uma “espécie de manual do que não se deve fazer num Estado democrático”.
“Eu creio que o que se tem passado relativamente à Caixa Geral de Depósitos (CGD) ultrapassa tudo aquilo que é compreensível ou admissível até num Estado de Direito e numa democracia avançada como é a portuguesa”, declarou Pedro Passos Coelho, na Horta, Açores.
Afirmando-se “muito surpreendido com tudo o que se passou à volta” da CGD, Passos Coelho declarou que “era difícil ter um manual tão completo como este do que não fazer de más práticas que deviam ser evitadas para futuro”.
