
Lisboa, 16 dez (Lusa) – O ministro da Saúde considerou hoje que a posição das ordens profissionais, que pedem um aumento de 1.200 milhões de euros para o setor, “é razoável”, mas defendeu que o orçamento não suporta “um acréscimo imediato desse valor”.
Adalberto Campos Fernandes foi questionado sobre a proposta de financiamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS) das ordens profissionais do setor da saúde durante a inauguração de um centro cirúrgico e de internamento da Fundação Champalimaud, em Lisboa.
“Eu creio que a proposta não é para contratação de pessoal, porque seria, aliás, excessiva essa verba. A posição que as ordens profissionais têm tido – e têm tido a delicadeza de conversar connosco – é razoável e corresponde a uma expectativa que nós compreendemos”, afirmou o ministro, em resposta aos jornalistas.



