Lisboa, 10 jul (Lusa) – O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, disse hoje que Portugal precisa de ter nos próximos anos “estabilidade” a nível político e estratégico, e não “ziguezagues experimentalistas” nesse nível e também no plano económico.
“Estaremos à prova nos próximos anos para saber se o que nos aconteceu nos últimos quatro foi um acaso ou um resultado da nossa determinação”, disse o governante, mostrando-se firme na defesa da segunda opção e advogando que, mesmo com Portugal já fora do resgate da ‘troika’, não será “menos importante ter essa estabilidade de orientação política e estratégica”.
Passos Coelho falava em Lisboa, na sessão de encerramento do II Congresso das Empresas e das Atividades Económicas, organizado pela CIP – Confederação Empresarial de Portugal, e chamou a atenção para as oportunidades no plano europeu que o país deve aproveitar, não obstante alguma incerteza em torno da união monetária.
