
Coimbra, 08 fev (Lusa) — O secretário de Estado da Cultura, Miguel Honrado, disse hoje, em Coimbra, que não se pode reduzir a definição de uma política para as artes aos apoios e que devem ser “considerados outros contextos” e perspetivas.
“O modelo de apoio [económico] é muito importante e estruturante”, mas é necessária “uma nova perspetiva” para o setor, defendeu o governante, em declarações à agência Lusa, hoje, ao final da manhã, depois de ter participado num encontro, no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, com várias dezenas de agentes culturais da região Centro.
A reunião, na qual participou a diretora Regional de Cultura do Centro, Celeste Amaro, integra-se num périplo pelo país que o secretário de Estado está a fazer, entre terça-feira, dia em que esteve no Alentejo e no Algarve, e sexta-feira (Lisboa), para auscultar e esclarecer os agentes culturais, no âmbito da revisão do modelo de apoio às artes, que o Governo quer aplicar no próximo ano.
