
Ancara, 20 dez (Lusa) — O polícia turco que assassinou na segunda-feira o embaixador russo em Ancara não deverá ter atuado isoladamente, referiu hoje um responsável governamental enquanto investigadores dos dois países procuram novas pistas sobre o atentado.
Investigadores russos chegaram esta manhã à capital turca e dirigiram-se à galeria de arte onde o embaixador Andrei Karlov, 62 anos, foi morto a tiro na tarde de segunda-feira numa galeria de arte por Mevlut Mert Altintas. O homem de 22 anos, membro do corpo da polícia de intervenção de Ancara, emitiu palavras de ordem sobre a situação na cidade síria de Alepo durante a após ter desferido os disparos. “Não esqueçam Alepo”, “Não esqueçam a Síria”, gritou.
Um responsável governamental, que se pronunciou sob anonimato, descreveu o ataque como “totalmente profissional, e não uma ação de um homem isolado” e considerou que foi bem planeado.
