
Luanda, 09 mai (Lusa) – A polícia angolana admite o rapto de cidadãos, para obtenção de resgates, como nova prática criminal que está a afetar a capital, Luanda, fenómeno relacionado com a profunda crise que o país atravessa.
De acordo com informação transmitida hoje pelo diretor provincial de Luanda da Polícia de Ordem Pública, superintendente-chefe Mateus André, trata-se de “um novo fenómeno”, em que só “nos últimos dias” foram conhecidas “três situações”.
“Começou com cidadãos de nacionalidade chinesa que procediam ao rapto de cidadãos da mesma nacionalidade, com algum poder económico e financeiro, e que depois negociavam um resgate”, explicou o oficial da Polícia Nacional, durante um debate emitido hoje pela rádio pública angolana.
