
DÃli, 25 abr (Lusa) – Descontentamento entre alguns dos veteranos, dúvidas sobre o processo formal de transição e crÃticas do atual comando estão a marcar o processo de transição na liderança das forças de defesa de Timor-Leste (-FFDTL), adiado desde outubro de 2015.
Fontes das F-FDTL, do Governo, do Parlamento e da Presidência do Governo ouvidas pela Lusa nas últimas semanas confirmam a tensão em torno a este processo, que dividiu as forças polÃticas e as instituições do paÃs.
Desde setembro do ano passado, quando terminaram os mandatos dos atuais comandantes das F-FDTL, o Presidente da República, Taur Matan Ruak, já anunciou duas decisões diferentes, ambas polémicas, apesar de nenhuma ainda ter sido formalmente aplicada.



