
Bagdad, 15 dez (Lusa) — Pelo menos 2.700 pessoas, na maioria soldados, estão oficialmente considerados desaparecidos no Iraque desde o início da ofensiva do grupo Estado Islâmico (EI) em junho, indicou hoje o ministério responsável pelos direitos humanos.
Mais de metade dos desaparecidos são soldados considerados ausentes após o assalto do EI à base de Speicher, perto de Tikrit (norte), há seis meses.
“O número de desparecidos de Speicher atinge 1.660”, indicou o ministério em comunicado. Outras 487 pessoas desapareceram após a tomada da prisão de Badush, perto de Mossul, pelos ‘jihadistas’. E 554 pessoas, incluindo 38 mulheres, são dadas como desaparecidas noutras regiões, segundo o ministério.



