PASSOS FALA EM ALÍVIO PARA 2014

Passos Coelho vê alguma “flexibilidade” nas metas para 2014
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Passos Coelho vê alguma “flexibilidade” nas metas para 2014
Passos Coelho vê alguma “flexibilidade” nas metas para 2014

Governo diz que não existem “folgas” nos cortes de 4,8 mil milhões na despesa, e que não há “derrapagem orçamental” nas contas do Estado.
O primeiro-ministro admitiu ontem que os objetivos negociados com a troika para 2014 podem ser flexibilizados. Passos Coelho rejeitou a existência de qualquer “folga” no plano de cortes de 4,8 mil milhões de euros apresentado pelo Governo e disse que continua empenhado na procura de soluções alternativas, mas “não desiste de tudo fazer para respeitar os limites acertados para os próximos anos”. Em 2014 é preciso alcançar um défice de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) e não mais de 123,7% da dívida pública. A economia não deve crescer além dos 0,6% e o desemprego vai, certamente, ultrapassar os 18,5%.
Analisando os números da execução orçamental de abril, Passos garantiu que “não existe derrapagem orçamental”, enquanto o líder do PS interpretava os mesmos números como uma prova de que o Governo não está a “consolidar as contas públicas”.