

O primeiro-ministro, Passos Coelho, reúne hoje a sua comissão política nacional, 48 horas depois do discurso do presidente do CDS-PP, Paulo Portas, a enfatizar a sua discordância sobre a taxa extra aos pensionistas. Entre os sociais-democratas, a posição de Portas coloca um desafio: como se entenderão com o CDS sobre a forma de negociar coma troika até junho de 2014, altura da saída dos credores internacionais.
Portas avisou Passos que há uma fronteira que não passa, a de aceitar a contribuição de sustentabilidade sobre as pensões. Na passada sexta-feira, o primeiro-ministro tinha assumido o problema ao não dar como fechado o assunto, sinal de que a declaração do líder do CDS foi acertada como líder do PSD.
