
Lisboa, 11 mar (Lusa) – O primeiro-ministro disse hoje que apesar de reconhecer as suas “falhas” e aceitar sujeitar-se a um “escrutínio especial” por exercer um cargo público, não aceitará que se faça “manipulação política” relativamente à sua situação contributiva e fiscal.
“Não aceitarei que se queira fazer manipulação política relativamente à minha situação contributiva ou fiscal que não corresponda à verdade”, afirmou o chefe do executivo de maioria PSD/CDS-PP, Pedro Passos Coelho, na abertura do debate quinzenal na Assembleia da República.
Começando a sua intervenção precisamente pelo “debate público da última semana” sobre a sua situação contributiva e fiscal, Passos Coelho lembrou que, com “muita transparência e humildade”, já reconheceu as suas “falhas” em pagamentos à Segurança Social – dívidas, entretanto saldadas – e garantiu não ter problemas em aceitar o “escrutínio especial” a que está sujeito quem exerce cargos públicos.
