
Macau, China, 05 out (Lusa) — O secretário-geral adjunto do Fórum Macau, Vicente de Jesus Manuel, disse hoje que os países lusófonos esperam mais da cooperação económica com a China, como apoios ao desenvolvimento da capacidade produtiva.
“A expectativa é maior. (…) A conjuntura atual de todos os países [lusófonos] não é das melhores, as trocas comerciais estão a declinar em cerca de 18% ou 19% em relação aos anos anteriores, portanto, uma das saídas para reverter esta situação é diversificar a economia dos países de língua portuguesa que são maiores exportadores em matéria-prima não processada”, afirmou Vicente de Jesus Manuel, secretário-geral adjunto do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, conhecido como Fórum Macau.
Vicente de Jesus Manuel referiu, nesse sentido, duas componentes que integram o próximo plano de ação do Fórum Macau, que sairá da conferência ministerial que se realiza a 11 e 12 de outubro: a estratégia ‘Uma Faixa, Uma Rota’, em que “os países identificam, planificam e exploram juntos os projetos, e o acordo que se vai criar (…) sobre a capacidade produtiva”.
