
Luanda, 16 abr (Lusa) – As quatro forças políticas da oposição angolana com assento parlamentar imputaram hoje ao Presidente angolano e ao MPLA, partido no poder, “todas as consequências” que resultarem da aprovação da proposta de Lei do Registo Eleitoral Oficioso.
A posição foi assumida pelos partidos União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), Partido de Renovação Social (PRS) e Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA).
Numa declaração conjunta, os quatro partidos recordaram que a proposta de lei que vai à aprovação final global na próxima terça-feira foi aprovada apenas pelo Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), considerando que atribui competências eleitorais não previstas ao Presidente de Angola e titular do poder executivo, José Eduardo dos Santos.
