
Bissau, 16 out (Lusa) – As organizações não-governamentais (ONG) na Guiné-Bissau conquistaram o seu espaço, o apoio da opinião pública, mas continuam a ter problemas de financiamento e a falta de apoio do Estado, disse o antigo presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos.
“Houve diferentes momentos da inoperância do Estado que ajudou à reafirmação no espaço, à conquista de espaço, pelas organizações não-governamentais ao nível daquilo que é o reconhecimento da opinião pública”, afirmou Luís Vaz Martins.
Para o advogado guineense, é “incontestável” que as ONG têm o seu próprio espaço e que “não colide com o que o Estado deve fazer como responsável máximo pela realização dos direitos fundamentais”.
