
Lisboa, 18 set (Lusa) – O secretário-geral do PCP defendeu hoje um aprofundamento dos mecanismos de combate à evasão fiscal e de tributação de grandes lucros e de património de elevado valor, mas recusou em absoluto uma devassa dos rendimentos das famílias.
Esta posição de “equilíbrio” no domínio da fiscalidade foi assumida por Jerónimo de Sousa, em conferência de imprensa, no final da reunião do Comité Central do PCP.
Confrontado com a intenção do Governo de permitir à administração fiscal aceder a informação bancária de contas superiores a 50 mil euros e, por outro lado, passar a tributar património imobiliário de elevado valor, Jerónimo de Sousa recusou-se a especificar números, alegando que o valor em ambos os casos “não pode ser um fetiche”.
