
Lisboa, 01 mar (Lusa) — A proposta do Bloco de Esquerda, que transfere os custos do apoio social extraordinário aos consumidores de energia (ASECE) para os produtores de eletricidade, duplica a fatura das empresas com a tarifa social.
Num cenário do número de beneficiários de apoios sociais na eletricidade atingir os 500 mil, as empresas – sobretudo a EDP – teriam um encargo de 32 milhões de euros com a tarifa social, que duplica, para mais de 60 milhões de euros com o ASECE, segundo estimativas de fontes ligadas do setor.
A proposta do Bloco de Esquerda (BE) passa por transferir para as empresas o ASECE, um dos dois instrumentos de apoio social extraordinário aos clientes economicamente vulneráveis de eletricidade, que atualmente é suportado pelo Estado.
