
Lisboa, 25 mar (Lusa) – O secretário de Estado da Conservação da Natureza garantiu hoje que “nunca esteve em cima da mesa abrir a caça ao lobo” ibérico, defendendo o conhecimento dos animais para permitir harmonizar a espécie protegida e a atividade económica.
“Uma das possibilidades de gerir excessos populacionais aceite internacionalmente como aplicável é a caça, mas não é isso que é aplicável neste caso” afirmou Miguel de Castro Neto, em declarações à agência Lusa.
“Não tenho qualquer posição de princípio sobre a atividade cinegética”, tanto mais que a tutela desta atividade em Portugal “não é minha, é do Ministério da Agricultura”, acrescentou.



