
Lisboa, 23 jul (Lusa) – A percentagem de mulheres que toma ácido fólico antes da gravidez é reduzida e pode estar a comprometer a prevenção de algumas anomalias congénitas como os defeitos do tubo neural, segundo um relatório do Instituto Nacional de Saúde.
No Registo Nacional de Anomalias Congénitas deu-se um ligeiro aumento da percentagem das grávidas que iniciaram suplemento de ácido fólico antes da gravidez entre 2004 e 2010, mas que ainda assim só representavam 6,2% das mulheres.
“A prevenção primária dos defeitos do tubo neural pode estar comprometida, considerando a reduzida percentagem de mulheres que tomou ácido fólico na fase pré-concecional”, refere o relatório do Registo de Anomalias Congénitas hoje divulgado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA).
