
Vila Nova de Foz Côa, Guarda, 22 mai 2026 (Lusa) — O primeiro-ministro, Luís Montenegro, considerou hoje que nas alterações à Lei Laboral, que pretendem tornar a economia mais dinâmica, as pessoas e as empresas estão do lado do Governo.
“Nós precisamos de ser mais produtivos e por isso temos de ousar em mudar algumas coisas. Nós queremos mudar o mercado laboral para o tornar mais dinâmico e acabar com burocracias em excesso, respeitando os direitos dos trabalhadores. Toda a gente está com medo disso e refiro-me aos partidos políticos, porque eu sei que povo e as empresas estão do nosso lado, e povo tem sempre razão”, salientou o chefe do Governo.
O primeiro-ministro falava à margem da inauguração da 13.ª Festival do Vinho do Douro Superior que decorre até domingo, em Vila Nova de Foz Côa, no distrito da Guarda.
Luís Montenegro reiterou que tem “de haver um Portugal que terá de haver consequência naquilo que é dito e nos compromissos firmados com as pessoas”.
“Defender reformas ou transformações estruturais no país e depois quando queremos avançar com elas, por mais ponderadas e equilibradas que sejam, como a Reforma Laboral, não resistem àquilo que é mais popular ou imediato” e querem “deixar tudo na mesma”, disse Luís Montenegro, numa referências aos principais partidos da oposição.
O primeiro-ministro disse querer dizer “aos portugueses que isto não é uma questão de teimosia ou falta de humildade, mas antes confiança no país”.
“Nós precisamos de ser mais competitivos”, frisou Luís Montenegro
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