Braga, 16 jun (Lusa) – O muro que em abril de 2014 matou três estudantes da Universidade do Minho, durante os festejos de uma vitória numa “guerra de cursos”, ruiu “em poucos segundos”, afirmaram hoje os quatro colegas das vÃtimas arguidos no processo.
Falando na abertura do debate instrutório, no Tribunal de Braga, aqueles arguidos adiantaram que não se aperceberam do perigo de queda do muro, tendo, por isso, ido para cima do mesmo festejar.
O muro, uma peça de mobiliário urbano que outrora tinha servido para instalação das caixas de correio de um prédio ali situado, caiu e apanhou três estudantes que estavam na base, provocando-lhes a morte.



