
Taquisha McKitty, a mulher no centro de uma batalha legal pela legitimidade de morte cerebral em Ontário morreu na segunda-feira por causas naturais. Os membros da família mantinham uma vigília constante a McKitty desde que entrou no hospital há mais de um ano, quando foi encontrada inconsciente num passeio em setembro de 2017. A jovem de 27 anos sofreu uma overdose, e as equipas de emergência não conseguiram encontrar sinais vitais quando chegaram ao local. Os médicos conseguiram que a mulher respirasse novamente através de um ventilador, mas o inchaço no cerébro continuou a cortar o oxigénio e a causar danos, sendo declarada com morte cerebral seis dias depois. Mas a família lutou contra esta declaração, afirmando que o coração ainda batia, mesmo com assistência médica, e acreditava que ainda estava viva. A recusa em desligar o suporte de vida deu início a uma luta prolongada, dispendiosa e precedente nos principais tribunais de Ontário. Em junho um decidiu contra a manutenção do suporte de vida, mas a família recorreu e aguardava por uma resposta.
