
O neurocirurgião Mohammed Shamji que matou a mulher dois dias depois de dela lhe entregar os papeis do divórcio em 2016 ouviu hoje em tribunal a sentença.
Mohammed Shamji declarou-se como culpado de homicídio em segundo grau na véspera do seu julgamento no mês passado, e foi sentenciado a prisão perpétua sem possibilidade de pedir liberdade condicional nos próximos 14 anos. A mãe de Elana Shamji diz que a filha sofreu mais de uma década de violência doméstica nas mãos do marido, com agressões físicas e sexuais. Segundo a mulher, o neurocirurgião tinha casos extraconjugais. Face às circunstâncias, a médica de família Elana Shamji, decidiu divorciar-se. O marido matou-a partindo-lhe o pescoço e as costelas sufocando-a quando os seus três filhos dormiam nas proximidades.
