Lisboa, 23 jul (Lusa) — O ministro dos Negócios Estrangeiros português defendeu que a pertença à Comunidade dos PaÃses de LÃngua Portuguesa (CPLP) “não é incondicional” e que os seus membros têm de cumprir deveres como o respeito pelos direitos humanos e a democracia.
Augusto Santos Silva falava à agência Lusa a propósito do segundo aniversário da adesão da Guiné Equatorial à CPLP, que ocorreu na cimeira de DÃli, a 23 de julho de 2014.
“Portugal tem acompanhado com muita atenção e, sobretudo, com a preocupação de que o roteiro que a Guiné Equatorial, ela própria, se fixou seja cumprido”, disse, numa referência ao “roteiro de adesão”, que incluÃa a promoção do português, designado lÃngua oficial no paÃs (uma antiga colónia espanhola), a abolição da pena de morte e uma maior democratização.



