
Lisboa, 13 out (Lusa) – A Direção-Geral do Património Cultural (DGCP) não vai abrir um processo de classificação das quatro obras da coleção Miró há mais de dez anos em Portugal, por considerar que “não reúnem os requisitos estabelecidos” na lei.
Em resposta a questões enviadas pela agência Lusa sobre as quatro das 85 obras da coleção, na posse do Estado após a nacionalização do antigo Banco Português de Negócios (ex-BPN), a DGCP confirmou hoje que, em outubro, se “completam 10 anos de importação definitiva em território nacional”.
A DGCP indicou ainda que as peças criadas por Joan Miró (1893-1983), que se encontram atualmente na posse da empresa Parvalorem, criada para recuperar os créditos do ex-BPN, são “obras executadas sobre cartão e papel, nos anos de 1938, 1939, 1949 e 1950”.
