
A conhecida empresa farmacêutica Merck revelou recentemente que um dos seus comprimidos experimentais corta os efeitos mais severos do vÃrus da Covid-19. Ao que tudo indica, o comprimido em teste reduziu hospitalizações e mortes em resultado do coronavÃrus e a empresa vai solicitar o seu uso à s autoridades norte-americanas.
Uma nova solução para minimizar as infeções por Covid-19 pode estar no horizonte. A farmacêutica global Merck & Co revelou na sexta-feira que o seu comprimido experimental reduz internamentos e mortes em pessoas recentemente infetadas com o coronavÃrus. E que, em breve, irá solicitar à s autoridades de saúde dos EUA, e de todo o globo, que o autorizem para uso comercial.
Caso seja aprovado, o medicamento da Merck será o primeiro comprimido patenteado a tratar a Covid-19. Um avanço potencialmente importante nos esforços para combater a pandemia.
Até ao momento, todas as terapias para tratar a Covid-19, autorizadas nos EUA exigem uma aplicação intravenosa ou uma injeção.
Segundo a Merck e o parceiro Ridgeback Biotherapeutics, os primeiros testes feitos comprovam a eficácia do comprimido. Quem tomou o medicamento registou uma taxa de internamento 50% mais baixa do que quem recebeu um comprimido de simulação.
O estudo acompanhou mais de 700 adultos leve a moderadamente infetados com a Covid-19, considerados de maior risco para doenças graves devido a problemas de saúde como obesidade, diabetes ou doenças cardÃacas.
Não houve quaisquer mortes contabilizadas no grupo examinado pela farmacêutica após esse perÃodo de testagem, em comparação com as oito mortes no grupo de tratamento de placebo.
Um grupo independente de especialistas médicos que monitorizou o estudo recomendou interrompê-lo mais cedo porque os resultados provisórios eram bastante favoráveis.
Executivos da empresa dizem estar em discussões com a Food and Drug Administration e que planeiam enviar os dados para análise nos próximos dias.



