
Maputo, 08 nov (Lusa) – Os Médicos Sem Fronteiras (MSF) assinalam este ano três décadas de operações em Moçambique, onde foram “voadores” e testemunhas da guerra civil, cheias e epidemias, uma história de flagelos mas também de sucessos contada numa exposição fotográfica em Maputo.
Os MSF responderam em 1984 a um pedido de ajuda do Governo de Moçambique, onde se vivia então uma violenta guerra civil, que deixou populações isoladas, outras refugiadas, num cenário de fome e de diversas doenças.
“Naquela altura era uma das maiores operações dos MSF”, recordou à Lusa Jean-Luc Anglade, chefe da missão da organização nascida em França e laureada com o Prémio Nobel da Paz em 1999.
