
Lisboa, 18 mai (Lusa) — Os médicos de família propõem que as listas de utentes passem a ter em conta as dificuldades de acesso a serviços de saúde em cada município, sugerindo listas que vão de 800 até 1.800 doentes por profissional.
A Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar vai lançar em junho os resultados de um estudo que pretende incluir uma nova dimensão na constituição das listas de utentes.
Em entrevista à agência Lusa, Rui Nogueira, presidente da Associação, defendeu que o número atual de doentes por médico de família é “perfeitamente absurdo”.
