
Lisboa, 02 abr (Lusa) – O Governo aprovou hoje um conjunto de incentivos à mobilidade geográfica dos médicos para “zonas carenciadas”, entre os quais mais dois dias de férias e um suplemento salarial entre 1000 e 250 euros mensais.
Em conferência de imprensa, no final do Conselho de Ministros, o ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares disse que “estes incentivos têm uma duração de cinco anos” e têm “natureza pecuniária e não pecuniária”, incluindo “a garantia de transferências escolares dos filhos e de qualquer cônjuge que trabalhe para o Estado para a nova zona de residência da médica ou do médico”.
Quanto aos incentivos pecuniários, Luís Marques Guedes referiu “um acréscimo de 1000 euros/mês durante os primeiros seis meses”, depois reduzido “a 50%, portanto, a 500 euros” e que “ao final do primeiro ano passa para 250 euros”, mantendo-se neste valor “durante o período de vigência do incentivo”.
