LINHA DE DENÚNCIA DE PRAXES ABUSIVAS RECEBEU 80 QUEIXAS APÓS CASO DO MECO

LusaLisboa, 15 dez (Lusa) — A morte de seis estudantes na praia do Meco, a 15 de dezembro de 2013, levou o Ministério da Educação a criar uma linha de denúncias de praxes abusivas, que recebeu 80 queixas no primeiro ano.

Passam hoje dois anos que seis alunos da universidade Lusófona de Lisboa morreram na Praia do Meco, em Sesimbra, quando alegadamente participavam numa praxe na presença do ex-‘dux’ João Gouveia, único sobrevivente, e que chegou a ser arguido num processo que foi arquivado. Decorre ainda a fase de recurso no Tribunal da Relação de Évora.

O advogado das famílias dos seis jovens anunciou na segunda-feira que pretende avançar com seis ações de responsabilidade civil contra o sobrevivente da tragédia e a Universidade Lusófona.