
Almada, Setúbal, 14 out (Lusa) – O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, afirmou em Almada que a proposta de Orçamento do Estado para 2018 (OE2018) teve uma “contribuição decisiva do PCP”, mas é insuficiente para responder à degradação das condições de vida dos portugueses.
“A proposta de orçamento apresenta avanços que têm a marca da intervenção do PCP com a sua proposta e intervenção, patente na consolidação das medidas adotadas nos últimos dois anos, na reposição de direitos e rendimentos dos trabalhadores, na introdução de critérios de justiça fiscal, no aumento do valor real das pensões”, disse Jerónimo de Sousa perante centenas de apoiantes, num comÃcio realizado no Clube Recreativo do Feijó, em Almada.
Entre outras medidas previstas no OE2018, o lÃder comunista destacou a “atualização do chamado mÃnimo de existência – limite que isenta de IRS os salários e as pensões de reforma mais baixas”, a “criação de dois novos escalões do IRS, que se traduzirá num desagravamento do 2º e 3º escalões, abrangendo dois milhões e 800 mil pessoas, e a “eliminação da restrição de direitos dos trabalhadores da administração pública: horas extraordinárias, trabalho noturno, horas de qualidade”.



