INVESTIGAÇÃO SOBRE DOENÇA DE ALZHEIMER DISTINGUIDA COM PRÉMIO SANTANDER TOTTA/UNL

LusaLisboa, 23 mar (Lusa) – Cientistas da Universidade Nova de Lisboa (UNL) propõem-se desenvolver em laboratório a doença de Alzheimer, recorrendo a técnicas de reprogramação genética de células humanas, projeto distinguido com o Prémio de Investigação Santander Totta/UNL, foi hoje divulgado.

Cláudia Almeida, investigadora do Centro de Estudos de Doenças Crónicas da Faculdade de Ciências Médicas da UNL e coordenadora da equipa, explicou à Lusa que o trabalho visa, numa primeira fase, “transformar neurónios normais” humanos em “neurónios em risco de desenvolver a doença” e “usar o modelo para validar os mecanismos da doença e novas terapêuticas”.

A sua equipa vai pegar em fibroblastos (células presentes na pele) normais de humanos adultos, reprogramá-los para se transformarem em neurónios (células do sistema nervoso) e cultivá-los em 3D (neuroesferas).